Postagens

Mostrando postagens com o rótulo ESG

STAKEHOLDER

Imagem
  Stakeholder   (em português,   parte interessada [ 1 ]   ou   interveniente ), é um dos termos utilizados em diversas áreas como gestão de projetos, comunicação social (Relações Públicas)   administração   e   arquitetura de software   referente às partes interessadas que devem estar de acordo com as práticas de governança corporativa executadas pela empresa. Conforme definido em seu primeiro uso em um memorando interno de 1963 no   Stanford Research Institute , um stakeholder é um membro dos " grupos sem cujo apoio a organização deixaria de existir ". [ 2 ]   O termo foi ampliado  [ 3 ]   pelo filósofo   Robert Edward Freeman   [ 4 ]   em 1980. Segundo ele, [ 5 ]   os   stakeholders   são elementos essenciais ao   planejamento estratégico   de negócios. De maneira mais ampla, compreende todos os envolvidos em um  processo , que pode ser de caráter temporário (como um projeto)...

ESG - A QUESTÃO DA GOVERNANÇA EMPRESARIAL: PARTE 002

Imagem
  ‘Empresa tem que praticar o capitalismo consciente’, diz Heloísa Bedicks, especialista em governança Para executiva, que integra conselhos de Vale e Fundação Boticário, é preciso pensar nas pessoas e no planeta antes de mirar o lucro   Com o conhecimento acumulado em quase três décadas dedicadas ao tema, no Brasil e no exterior, e com assento em conselhos de administração ou fiscal de importantes empresas, como Mapfre, Vale, Brasilseg, Fundação Boticário e Pacto Global, esses dois últimos como voluntária, ela afirma que o G da agenda ESG foi o tema que mais se desenvolveu no Brasil nos últimos anos. - É o alicerce da sigla. Se não houver boas práticas de governança, o ambiental e o social não avançam. O arcabouço legal brasileiro é um dos mais robustos do mundo, diz Heloísa, mas é preciso que as empresas, e seus executivos, estejam realmente comprometidos. - É o compromisso com a boa-fé, com a verdade, por parte de quem presta informações da empresa, que fará com...

ESG - A QUESTÃO SOCIAL: PARTE 002

Imagem
  Além do mínimo: empresas aderem ao salário digno para funcionários   Remuneração inclui até dinheiro para imprevistos, como o conserto de um carro. Falta de padronização do cálculo e dificuldade para engajar fornecedores são desafios para implementação   Por Naiara Bertão — São Paulo   As recentes revelações de casos de  trabalho análogo à escravidão  no Brasil evidenciam que as empresas precisam cuidar melhor de suas políticas trabalhistas, fazendo não apenas o que a legislação exige, mas indo além para prover qualidade de vida aos funcionários, próprios e terceirizados. Em linha com o avanço das pautas de direitos humanos e para atender políticas mais rígidas de gestão de risco (reputacional, financeiro, litigioso), algumas companhias começam a adotar estratégias de melhoria do salário para seus empregados e a cobrar o mesmo de fornecedores. É o movimento pelo salário digno. Segundo a Organização Mundial do Trabalho (OIT), o salário digno...

ESG - A QUESTÃO AMBIENTAL: PARTE 004

Imagem
  Salário digno envolve engajamento de fornecedores Preço pago pela fabricante de chocolate Dengo a produtores de cacau pode chegar a 145% acima do mercado Na  adoção de política de salário decente,  o caminho natural das empresas é começar com os funcionários e depois estender o benefício aos fornecedores. O caso da fabricante de chocolates Dengo foi o inverso. — Nascemos como um negócio de impacto com o compromisso de gerar renda digna para os pequenos produtores de cacau da Bahia. É nosso motivo de existência — conta Estevan Sartoreli, cofundador da companhia ao lado de Guilherme Leal, um dos principais acionistas da Natura. A cadeia do cacau, assim como outras agroindústrias, já foi alvo de denúncias de baixa remuneração, trabalho infantil, desrespeito a leis trabalhistas, entre outras. Há estudos que mostram, segundo Sartoreli, que o cacau exportado pela África — cujos países estão entre os maiores produtores da fruta — remunera os trabalhadores em 50 centavos de dól...

ESG - A QUESTÃO AMBIENTAL: PARTE 002

Imagem
A onda dos litígios climáticos corporativos Neste artigo, Vivian Ferreira e Nauê Azevedo, da LACLIMA, discorrem sobre uma crescente onda de processos judiciais que empresas enfrentam pelos impactos causados ao clima e sociedade   Por Vivian Maria Ferreira e Nauê Bernardo Azevedo*, Para o Prática ESG A emergência climática é uma realidade palpável. Fenômenos climáticos extremos cada vez mais intensos e frequentes já impactam grande parte da população e confirmam as previsões do IPCC de que a temperatura global está aumentando, com graves impactos para a biodiversidade, os ecossistemas, e as pessoas, em especial aquelas em situação de vulnerabilidade. Mas ninguém está a salvo: as mudanças climáticas impactam a economia de forma absolutamente contundente - segundo a Deloitte, apenas na América do Sul as perdas podem chegar a US$ 17 trilhões até 2070. Nesse cenário, a descarbonização da economia emerge como um dever incontornável, que hoje se reflete na  due dilligence ambie...