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BALANÇO DE PAGAMENTOS

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  O que é o balanço de pagamentos? Balanço de pagamentos é o formato de contabilidade nacional que registra transações econômico-financeiras entre o Brasil e o exterior. Como o mundo está cada vez mais globalizado, a quantidade de operações de vendas e compras entre nações aumentou, precisando de um modelo que contabilizasse as transações e oferecesse um panorama da capacidade comercial das nações com os países de fora. No Brasil, esse modelo é o Balanço de Pagamentos, que recebe todas as informações sobre compras, vendas, envios, retiradas, aplicações, resgates e outras operações entre países e chega a um valor. Desse modo, quando existe um déficit, significa que a nação comprou mais do que vendeu, ou seja, está saindo mais dinheiro do que entrando. Em contrapartida, existindo um superávit, estamos vendendo mais do que comprando. No primeiro cenário, o  Banco Central  tem medidas para controlar a fuga de capital do país, como o a a...

TAXA DE CÂMBIO

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  O que é a taxa de câmbio? Primeiro, é preciso entender alguns termos básicos. Por exemplo: você sabe a diferença entre câmbio e taxa de câmbio? E, quando você lê ou escuta a frase  “hoje, a taxa de câmbio apresentou uma leve valorização”,  você sabe o que isso significa?   Para começar, é importante saber que câmbio é o termo utilizado para definir a troca entre duas moedas. Ou seja, quando há a necessidade de trocar uma moeda por outra, seja para viagens ou para a compra de algum bem ou serviço estrangeiro, estamos falando de uma operação de câmbio. Essa troca pode ser real por dólar, real por euro, dólar por euro; enfim, qualquer operação onde haja a troca de uma moeda por outra.   Já taxa de câmbio é a relação entre duas moedas, ou seja, a taxa de câmbio é o preço relativo entre duas moedas diferentes. Por exemplo: a taxa de câmbio entre real e dólar mostra quantos reais são necessários para comprar 1 dólar. Agora, quan...

COMO EXPLICAR A VALORIZAÇÃO DO DÓLAR

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  Um fator maior subjacente à valorização do dólar está no maior rendimento em termos reais dos ativos norte-americanos em relação a outros. Por exemplo, o diferencial de rendimentos reais entre os EUA e a zona do euro, medido pelos rendimentos de títulos públicos indexados à inflação de cinco anos, emparelha bem com a depreciação do euro em relação ao dólar. Esse diferencial refletiu os  movimentos mais rápidos das taxas de juros nos EUA , seguidos pelo convencimento do mercado quanto ao compromisso anti-inflacionário assumido pelo Fed (banco central dos EUA), mais forte em comparação com outros bancos centrais. Correlações similares podem ser encontradas de forma mais ampla com os diferenciais de taxas de retorno ajustadas ao risco em outros ativos de renda fixa. Dadas as alturas já alcançadas pelo dólar, mais surtos de valorização tenderão a acontecer caso os outros bancos centrais continuem a defasar na fixação das taxas de juros e/ou se o ritmo de ajuste do Fed acelerar...