O CAPITALISMO BRASILEIRO É UM AMOR, É OU NÃO É? - CAPÍTULO - LII

 

Centro comercial Usego, na Suíça, adquirido por Jorge Paulo Lemann — Foto: Reprodução

INTRODUÇÃO

"Temos a notável capacidade de banalizar a corrupção e a fraude, que incomodam, mas paradoxalmente são toleradas como esperteza. Como um ato de sobrevivência e, talvez o mais deletério, de realismo sociopolítico. Vale fraudar um fraudador para impedir outro fraudador, criando um poço sem fundo.  Além disso, as fraudes são graduadas. Roubar um celular tem consequências mais severas do que “manipular” ou “maquiar” um orçamento a que ninguém tem acesso. Como os pecados, as fraudes são relativizadas. Feitas por companheiros ou lidas como espertezas são englobadas numa “ética de malandragem” cujo paradigma é Pedro Malasartes e Macunaíma e, assim, perdoadas". Roberto Damatta - Antropólogo
Um ano após escândalo da Americanas, Lemann investe em centro comercial milionário na Suíça

Um ano após o escândalo da Americanas, o empresário Jorge Paulo Lemann está apostando em auferir renda com aluguel na previsível Suíça, onde acaba de comprar um enorme prédio comercial. O movimento é o inverso do empreendido pelo bilionário no Brasil, onde sua empresa São Carlos Empreendimentos desovou mais de um bilhão em imóveis este ano.

A nova propriedade de Lemann, que tem na Suíça sua segunda nacionalidade, fica em Olten, município no subúrbio de Zurique. É um prédio icônico na cidade, construído em 1923.

O edifício foi por décadas a sede e o centro de distribuição da Usego, uma cooperativa de varejistas que funcionou por quase um século e hoje não existe mais.

Há pouco mais de dez anos, o imóvel passou por uma grande reforma de US$ 11 milhões e hoje abriga escritórios de diferentes tamanhos, com academia de ginástica e estacionamento. No mesmo terreno mas em outro imóvel menor, funciona ainda um supermercado Aldi. O imóvel pertencia à empresa de real state Swiss Prime Site. A transação foi feita por meio de uma empresa de real estate de Lemann com sede em Luxemburgo. A identidade do comprador brasileiro foi revelada pelo jornal local, o Oltner Tagblatt.

O edifício foi por décadas a sede e o centro de distribuição da Usego, uma cooperativa de varejistas que funcionou por quase um século e hoje não existe mais.

Há pouco mais de dez anos, o imóvel passou por uma grande reforma de US$ 11 milhões e hoje abriga escritórios de diferentes tamanhos, com academia de ginástica e estacionamento. No mesmo terreno mas em outro imóvel menor, funciona ainda um supermercado Aldi. O imóvel pertencia à empresa de real state Swiss Prime Site. A transação foi feita por meio de uma empresa de real estate de Lemann com sede em Luxemburgo. A identidade do comprador brasileiro foi revelada pelo jornal local, o Oltner Tagblatt.

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