POUPANÇA E TECNOLOGIA


O Brasil não pode depender da poupança e da tecnologia externas para desenvolver-se. A poupança externa eleva a dívida e torna a economia brasileira dependente dos humores do mercado e de investidores internacionais. Uma visão mais branda diria que a poupança externa não é um mal em si, mas pode ser maléfica se não for acompanhada da elevação dos investimentos e de exportações que garantam os rendimentos para amortizar a dívida. Por sua vez, a transferência de tecnologia não garante seu domínio ou capacidade de inovação. Portanto, o Estado deve incentivar os setores intensivos em tecnologia, com déficits externos crônicos e produtores de bens cuja demanda global e doméstica mais crescem, os “setores dinâmicos”.

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